26 de jul de 2013

Dulce Maria será capa da edição mexicana da revista Glamour!

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Para quem gosta da novela Rebelde voltará a passar no SBT em Setembro, quem diz foi Murilo Fraga que é responsável pela grade de programação do SBT. Nesse entrevista Dulce Maria fala que esta preparando o lançamento do seu novo álbum solo, na época do grupo RBD e dos seus fãs.

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Conversamos um pouco sobre seu novo projeto musical. Estamos bastante animados! E seus fãs nem se fala…
Venho preparando mais ou menos um ano; tem sido um processo longo e cansativo, mas tenho aproveitado bastante.   Foi um desafio, porque eu estive envolvida em todos os passos, desde buscar o conceito até a produção. Tem várias composições minhas que fui escrevendo pouco a pouco, e outras que trabalhei com meus amigos compositores. Algumas músicas foram gravadas na Espanha e as restantes terminamos aqui no México. 
O melhor (e o mais inovador) é que Dudu, um produtor brasileiro muito bom, ajudou com duas músicas que, posso garantir sem medo algum, surpreenderá todos totalmente, pois fundimos gêneros, colocamos novos instrumentos (acordeão, trompete…) e colocamos detalhes bastante glamurosos.  A maior parte do disco mostra pop puro e divertido, mas há três músicas muito especiais que não posso esperar para que cheguem em seus ouvidos.
O ponto de fazer isso, é que sou orgulhosamente mexicana e -vendo que tantas pessoas gostam de mim na América Latina- pareceu importante levar esse sabor do meu país a outros lugares do mundo, aproveitar tudo o que temos nacionalmente. Por outra parte, menciono o Brasil porque na zona norte de lá fazem algo bastante parecido a banda, então quis experimentar a mistura de gêneros similares, mas de diferentes lugares. Outra surpresa é que tive algumas colaborações, com uma garota do Brasil e com Julión Álvarez, que os latinos dos Estados Unidos amam, e tivemos um resultado muito interessante. Enfim, há mais surpresas que estou segura que fascinará a todos. O álbum tem muito da minha história, minha nova perspectiva sobre a vida e um pouco de humor.
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Em que coisas e experiências você se inspirou para a realização deste disco?
Parte do desafio consistiu em que não queria repetir o passado. Extranjera foi meu primeiro trabalho e estava muito nova em fazer tudo sozinha. Era romântico e mais nostálgico. Agora falo de músicas mais fortes e atrevidas. Vejo cada música como uma história, baseando-me em experiências próprias, dos meus fãs e meus amigos. Ao final, me dei conta que todos vemos as mesmas coisas. Procurei projetar de uma maneira mais universal as histórias e os sentimentos,  para que todos se identifiquem.
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Com quais obstáculos você enfrenta agora, para acabar com esse lado sonhador?
Sempre disse que não precisa deixar de acreditar, que deves ter aspirações e lutar pelo seus sonhos. Mas com o tempo aprendes que algumas coisas não dependem de você; há fatores que, por mais que tenha fé e lute, quem sabe não estavam destinadas a você. Mas não se deve ser como algo tão negativo.
Enquanto você vai pelo caminho, você percebe que esse sonho que almejas não é o melhor, mas sempre haverá algo. Esse é meu obstáculo, me dar conta que algumas coisas não são para mim. É como o amor, onde a pessoa que acreditas amar não te corresponde… mas você deve perceber que haverá alguém especial. Uma frase nos diz: “Aponta até a lua e se não chegas, pousarás nas estrelas”. Eu interpreto como que deves ter um final, mas que não te surpreenda terminar em outro lado, e seguro, é melhor para você.
Você deve ser objetivo e colocar na cabeça que as coisas sairão como deve ser, em todas as áreas da sua vida. Quando você é muito idealista tudo decepciona, pois você se dá conta que a vida não é tão simples. Por isso tem que aproveitar o real, o que se pode ver e tocar. E mais do que apreciá-lo, é preciso valorizar-lo bastante.
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Você sente falta da privacidade que oferece o anonimato? Ou gosta de tirar fotos com os fãs a todo momento?
Obviamente, o segundo é algo que depende do seu humor,  pois todos somos seres humanos e temos as mesmas necessidades. Podemos estar bem, não estar bem, nos machucamos, estamos tristes… tudo nos acontece. É difícil fazer com que as pessoas entendam que você não é um robô e, talvez, não vão te ver como na revista, com um sorriso eterno. É muita pressão para não querer decepcionar os admiradores, você não quer estar triste quando te pedem um autógrafo, nem sair com olhos chorosos em uma foto. No entanto, eu sei que é parte do trabalho e agradeço muito que me digam que as letras chegam em seus corações. São contrastes: é bonito ser capaz de poder chegar a mais pessoas, mas por outro lado, é muita difícil ficar bem com todos. Mas que fique registrado que procuro por todo meus esforço para que funcione.
Vejas outras fotos:
Clique para ver a imagem em tamanho realClique para ver a imagem em tamanho realGregory Allen

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